quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Literatura de Cordel é marca da cultura brasileira


A Literatura de Cordel é uma poesia, muitas vezes escrita da forma como é falada, conhecida através do nordeste brasileiro, a região se apoderou dessa arte pelas mãos dos colonizadores portugueses que desembarcaram por lá, pois em seu país de origem esse tipo de literatura, exposta em barbantes e vendidos pelos próprios artistas que a produziam, era algo comum, bem como na Espanha e na França. Diz-se que a origem do cordel está no trovadorismo.

Harmonia entre arte e natureza presentes em Inhotim - MG


A cidade de Brumadinho, que fica a cerca de 1h de Belo Horizonte (MG), abriga o maior museu ao ar livre da América Latina, o Instituto Inhotim, que começou a ser idealizado em meados da década de 1980, mas que foi aberto ao público somente no início dos anos 2000.

A propriedade na qual estão instaladas mais de 22 galerias de arte contempla mais de 110 hectares e recebeu em 2014 mais de 400 mil visitantes.


Além de toda a arte realizada pelo homem e exposta em Inhotim, como as obras de Helio Oiticica, Yayoi Kusama, Adriana Varejão, entre tantos outros, além das obras ao ar livre e novos projetos que sempre aparecem por lá; o museu traz também as obras de arte da natureza, pois abriga um Jardim Botânico com mais de 4000 espécies em cultivo e está cercado pela mata nativa da região. Para que tudo isso seja muito bem cuidado há um programa de Gestão Ambiental. 

Ariano Suassuna e amor pelo Brasil

Quem foi Ariano Suassuna:


Nascido em 1927 na cidade de Nossa Senhora das Neves, hoje João Pessoa, viveu logo na infância a dor de tornar-se órfão do pai, João Suassuna e Rita de Cássia Villar, morou boa parte da infância na fazenda Acauham, no interior do estado. Seu pai foi governador do que hoje é o estado da Paraíba e durante a Revolução de 30, foi assassinado por motivos políticos.

Depois desse fato a família mudou-se para Taperoa, onde viveram de 1933 e 1937 e foi lá que o personagem dessa matéria, que você já deve saber quem é, iniciou seus estudos e foi como espectador em apresentações de mamulengo e desafios de viola que teve seus primeiros contatos com a cultura regional.

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Educação a Distância transforma ensino e traz inclusão

Desde que o mundo é mundo o homem sempre busca aprimoramento e conhecimento
e isso chega até ele através do estudo, do ensino, que é transmitido por debates,
leituras, por um professor em uma sala de aula e também por carta (até o século XX),
televisão, etc. E de 1996, quando foram estabelecidas as bases legais para o Ensino a
Distância, também por computador e pela internet, é o famoso EAD.



Segundo informação obtida através do site: www.portal.mec.gov.br : “As bases legais
da Educação a Distância no Brasil foram estabelecidas pela Lei de Diretrizes e Bases
da Educação Nacional (Lei n.º 9394, de 20 de dezembro de 1996), pelo Decreto n.º
2494, de 10 de fevereiro de 1998 (publicado no D.O.U. DE 11/02/98), Decreto n.º
2561, de 27 de abril de 1998 (publicado no D.O.U. de 28/04/98) e pela Portaria
Ministerial n.º 301, de 07 de abril de 1998 (publicada no D.O.U. de 09/04/98)”.

Você sabia?

Para que os cursos a distância de ensino fundamental, médio, graduação e profissional
em nível tecnológico existam, as instituições precisaram cumprir com regulamentos de
implantação de tais cursos e também é necessária a aprovação, no caso do ensino
fundamental e médio: “as propostas de cursos nestes níveis deverão ser
encaminhadas ao órgão do sistema municipal ou estadual responsável pelo
credenciamento de instituições e autorização de cursos – a menos que se trate de
instituição vinculada ao sistema federal de ensino, quando, então, o credenciamento
deverá ser feito pelo Ministério da Educação”.

Congresso do Orçamento participativo da Cidade de Guarulhos

Mais de 250 pessoas participam da 2ª fase do Congresso do OP (Orçamento Participativo de Guarulhos

Um público de mais de 250 pessoas participou neste sábado (14) da segunda fase do Congresso do Orçamento Participativo (OP): Balanço, Desafios e Oportunidades, que teve como eixo central a “Inclusão Social”. Sediado no Adamastor Centro, o Congresso teve sua primeira etapa em outubro, discutindo “Desenvolvimento Urbano”, e realizará a última fase no dia 28 deste mês, abordando “Participação Popular.” As inscrições para interessados podem ser feitas no site : www.guarulhos.sp.gov.br/op/congresso.php.

O tema “Inclusão Social” foi discutido em seis salas temáticas (Educação, Saúde, Assistência Social, Cultura, Esportes e Direitos Humanos), e as secretarias apresentaram um balanço do trabalho realizado, assim como os participantes puderam sugerir propostas de melhorias e tirar dúvidas sobre o funcionamento delas.

O secretário de Governo Benedito Aparecido da Silva apresentou a evolução dos investimentos da Prefeitura em todas as áreas, principalmente em Saúde e Educação, além de mostrar o crescimento no atendimento nesses setores.

Para a gestora do Departamento do Orçamento Participativo Kátia Lima, a próxima etapa possibilitará discutir a participação popular no município. “O terceiro dia do Congresso, que será no próximo dia 28, será interessante porque irá trabalhar propostas para aprimoramento da metodologia do OP. Novos desafios surgiram para a participação popular, criando oportunidade de rever resultados e, a partir disso, fazer projeções para o futuro, articular espaços de participação popular e novas tecnologias”, explicou Kátia.

Última fase

A última fase do Congresso do Orçamento Participativo contará com participação do professor da Unicamp Wagner Romão e do ex-diretor do Departamento de Participação Social, da Secretária-geral da Presidência da República, Pedro Pontual. Na ocasião, também será lançado o livro “Orçamento Participativo: Múltiplos Olhares”, em parceria com o Instituto Paulo Freire, e haverá a entrega de certificado aos participantes dos cursos formativos do OP. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 2475-8705.

Serviço:

Congresso do Orçamento Participativo– 3ª fase – dia 28 de novembro (sábado) – das 9 às 17 horas – Adamastor Centro (avenida Monteiro Lobato, 734, Macedo)

sábado, 7 de novembro de 2015

A Educação no Brasil


O Brasil ocupa o 53º lugar em educação, entre 65 países avaliados (PISA). Mesmo com o programa social que incentivou a matrícula de 98% de crianças entre 6 e 12 anos, 731 mil crianças ainda estão fora da escola (IBGE). O analfabetismo funcional de pessoas entre 15 e 64 anos foi registrado em 28% no ano de 2009 (IBOPE); 34% dos alunos que chegam ao 5º ano de escolarização ainda não conseguem ler (Todos pela Educação); 20% dos jovens que concluem o ensino fundamental, e que moram nas grandes cidades, não dominam o uso da leitura e da escrita (Todos pela Educação). Professores recebem menos que o piso salarial (et. al., na mídia).

Frente aos dados, muitos podem se tornar críticos e até se indagar com questões a respeito dos avanços, concluindo que “se a sociedade muda, a escola só poderia evoluir com ela!”. Talvez o bom senso sugerisse pensarmos dessa forma. Entretanto, podemos notar que a evolução da sociedade, de certo modo, faz com que a escola se adapte para uma vida moderna, mas de maneira defensiva, tardia, sem garantir a elevação do nível da educação.

Logo, agora não mais pelo bom senso e sim pelo costume, a “culpa” tenderia a cair sobre o profissional docente. Dessa forma, os professores se tornam alvos ou ficam no fogo cruzado de muitas esperanças sociais e políticas em crise nos dias atuais. As críticas externas ao sistema educacional cobram dos professores cada vez mais trabalho, como se a educação, sozinha, tivesse que resolver todos os problemas sociais.

Já sabemos que não basta, como se pensou nos anos 1950 e 1960, dotar professores de livros e novos materiais pedagógicos. O fato é que a qualidade da educação está fortemente aliada à qualidade da formação dos professores. Outro fato é que o que o professor pensa sobre o ensino determina o que o professor faz quando ensina.

O desenvolvimento dos professores é uma precondição para o desenvolvimento da escola e, em geral, a experiência demonstra que os docentes são maus executores das ideias dos outros. Nenhuma reforma, inovação ou transformação – como queira chamar – perdura sem o docente.

É preciso abandonar a crença de que as atitudes dos professores só se modificam na medida em que os docentes percebem resultados positivos na aprendizagem dos alunos. Para uma mudança efetiva de crença e de atitude, caberia considerar os professores como sujeitos. Sujeitos que, em atividade profissional, são levados a se envolver em situações formais de aprendizagem.

Mudanças profundas só acontecerão quando a formação dos professores deixar de ser um processo de atualização, feita de cima para baixo, e se converter em um verdadeiro processo de aprendizagem, como um ganho individual e coletivo, e não como uma agressão.

Certamente, os professores não podem ser tomados como atores únicos nesse cenário. Podemos concordar que tal situação também é resultado de pouco engajamento e pressão por parte da população como um todo, que contribui à lentidão. 

Ainda sem citar o corporativismo das instâncias responsáveis pela gestão – não só do sistema de ensino, mas também das unidades escolares – e também os muitos de nossos contemporâneos que pensam, sem ousar dizer em voz alta, “que se todos fossem instruídos, quem varreria as ruas?”; ou que não veem problema “em dispensar a todos das formações de alto nível, quando os empregos disponíveis não as exigem”.


Enquanto isso, nós continuamos longe de atingir a meta de alfabetizar todas as crianças até os 8 anos de idade e carregando o fardo de um baixo desempenho no IDEB. Com o índice de aprovação na média de 0 a 10, os estudantes brasileiros tiveram a pontuação de 4,6 em 2009. A meta do país é de chegar a 6 em 2022.



Eliane da Costa Bruini
Colaboradora Brasil Escola

FONTE: www.brasilescola.com.

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

EAD - Ensino a distancia - Pode ser uma Boa Alternativa

Educação a Distância transforma ensino e traz inclusão

Desde que o mundo é mundo o homem sempre busca aprimoramento e conhecimento


e isso chega até ele através do estudo, do ensino, que é transmitido por debates,


leituras, por um professor em uma sala de aula e também por carta (até o século XX),


televisão, etc. E de 1996, quando foram estabelecidas as bases legais para o Ensino a


Distância, também por computador e pela internet, é o famoso EAD.





Segundo informação obtida através do site: www.portal.mec.gov.br : “As bases legais

da Educação a Distância no Brasil foram estabelecidas pela Lei de Diretrizes e Bases


da Educação Nacional (Lei n.º 9394, de 20 de dezembro de 1996), pelo Decreto n.º


2494, de 10 de fevereiro de 1998 (publicado no D.O.U. DE 11/02/98), Decreto n.º


2561, de 27 de abril de 1998 (publicado no D.O.U. de 28/04/98) e pela Portaria


Ministerial n.º 301, de 07 de abril de 1998 (publicada no D.O.U. de 09/04/98)”.