Quando se fala em arte a principal questão que surge é: o que é arte? Como entender a arte? Há o senso comum que classifica como arte apenas aquilo que é erudito e que vem de uma genialidade fora do normal, mas há também aqueles que pensam, agem, realizam e ensinam a arte como o filósofo britânico Robin George Collingwood, apresentado pela revista virtual Nova Escola, o qual diz que “arte é algo feito pelo ser humano para exprimir seus sentimentos subjetivos.
Sob esse ponto de vista, as obras artísticas falam de sonhos, epifanias, perplexidades, frustrações, dores, amores. São capazes de suscitar emoções no público que os fatos do dia a dia não conseguem transmitir.
Provocam riso, choro, reflexão, mudança de mentalidade. Daí sua importância na vida de cada um de nós.”
Isso traz o entendimento de que todos podem realizar e entender a arte, e claro que isso cabe inclusive na escola, afinal todos tem algo a expressar sobre o que sentem. E essa expressão não deve nunca ser esteriotipada, por que o ser humano não é assim, é preciso romper os limites, o que não quer dizer fazer o que se quer fazer, há um processo criativo, um mergulho no conhecimento de referências e materiais para produção da arte na escola.
Para que tudo isso aconteça de modo individual dentro da sala de aula, é preciso que o professor esteja preparado e de prontidão para atender e orientar nos desafios que a produção artística traz a cada um e isso enriquece o ser como cidadão.
terça-feira, 5 de abril de 2016
Brasil lidera ranking de violência contra docentes
Uma pesquisa da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que entrevistou cerca de 100 mil professores e diretores dos anos finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, revela que mais de 12% deles sofre com a situação de agressão ao menos uma vez por semana e esse dado leva o país a liderar o ranking de violência contra docentes, entre as 34 nações que compõe a pesquisa.

As consequências de tudo isso são: desempenho acadêmico baixo, alunos isolados, não frequência as aulas, professores desmotivados para desenvolver novos projetos e gestores sobrecarregados.
Para combater todos os tipos de violência que acontecem diariamente, muitas escolas recorrem a intervenção externa, como força policial ou militar, implantando assim regras muito rígidas.
Essa violência nem sempre é aquela chama como dura, que envolve arma de fogo, arma branca, brigas, mas sim as chamadas micro-violências, que são o não respeito as regras, o bullying, as agressões verbais e a indisciplina, questões que dificultam uma convivência saudável e harmoniosa, por agredirem devido a sua repetição diária.

As consequências de tudo isso são: desempenho acadêmico baixo, alunos isolados, não frequência as aulas, professores desmotivados para desenvolver novos projetos e gestores sobrecarregados.
Para combater todos os tipos de violência que acontecem diariamente, muitas escolas recorrem a intervenção externa, como força policial ou militar, implantando assim regras muito rígidas.
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