quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Tarsila do Amaral leva a força do Brasil em suas obras

Em janeiro de 1973 o Brasil perdia uma de suas maiores artistas de todos os tempos e que leva o nome do país, sua criatividade e a força de sua cultura para todo o mundo.


Mas vamos começar pelo início de tudo, o ano de 1886, o local é a Fazenda São Bernardo, no município de Capivari, estado de São Paulo, local em que a personagem desta matéria, Tarsila do Amaral, nasceu.

Por ser filha de família tradicional e rica, a menina Tarsila estudou na cidade de São Paulo, no Colégio de Freiras e no Colégio Sion. Seus estudos são completados na Espanha, em Barcelona, e foi lá, aos 16 anos que a jovem pintou seu primeiro quadro: Sagrado Coração de Jesus.

Uma Festa Folclórica no Norte do Brasil " Parintins "

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Coração vermelho ou coração azul é a cultura do norte do Brasil para o mundo no Festival de Parintins

A região norte do Brasil, mais precisamente a Ilha de Parintins abriga uma das maiores festas do país, com ares de carnaval das grandes escolas de Rio e São Paulo, o Festival de Parintins, que acontece todo mês de junho nessa ilha do estado do Amazonas, a 420 quilômetros da capital Manaus e receber milhares de pessoas durante os dias de desfile, que já faz parte do calendário oficial da ilha desde 1965.

O festival traz uma rivalidade centenária entre os grupos Garantido e Caprichoso, que encenam em seus desfiles a história folclórica do boi-bumbá. O boi Garantido, de cor vermelha, foi fundado no ano de 1913 e nove anos depois, foi fundado o boi Galante, que a partir de 1925 passa a se chamar Caprichoso e traz como sua cor o azul.



Até o ano de 1987 essa disputa entre Garantido e Caprichoso aconteciam nas ruas do centro de Parintins e a partir do ano seguinte uma arena foi construída e as apresentações acontecem nela até os dias de hoje, arena essa carinhosamente chamada de bumbódromo.

Festa Junina é tradição, dança, música e guloseimas


Ela nasceu como uma festa pagã em que se comemorava a fertilidade da terra e boa colheita e depois passou a ter relação com a religiosidade ao relacionar seus dias mais comemorativos com santos.

As Festas Juninas, são marca registrada da cultura do Brasil, principalmente na região nordeste do país, em que cidades param para apreciar as quadrilhas e saborear as guloseimas características dessa festa sempre tão esperada anualmente.

Foi no século XVII que aqui no Brasil ela começou a ser comemorada associada a São João, Santo Antônio e São Pedro. Além dessa associação, há também outras coisas típicas dessa festa como os trajes, a música, as comidas e bebidas.


E o carnaval, como surgiu?


Mundialmente conhecido como uma das maiores e mais importantes festas da cultura brasileira, o carnaval não foi criado aqui, mas sim, muito bem incorporado e desenvolvido à maneira do “jeitinho brasileiro”.



Nessa matéria você vai saber um pouco mais sobre como surgiu essa festa, que é comemorada em várias partes do mundo e data de séculos atrás, você vai ver também que muitas coisas se assemelham ao que se vive hoje, então...bem vindo ao carnaval, uma história que vai te remeter a antiguidade.

Originaria do latim, a palavra carnaval, carnis levale, significa retirar a carne, pois remete ao jejum que os cristãos realizam durante a quaresma e também o esforço em controlar os prazeres mundanos, o que já tentava enquadrar a festa como pagã.

Duas festas possivelmente deram origem ao que conhecemos hoje como carnaval, na Babilônia.
As Saceias, onde os prisioneiros assumiam durante alguns dias a figura do rei, vestido-se como tal, se alimentando como tal e também dormia com a esposa do rei.

Após o período da farra, o prisioneiro era chicoteado, enforcado ou empalado (método de tortura e execução em que uma estaca era inserida pelo ânus, vagina ou umbigo até a morte)

A outra festa da Babilônia que também traz o que hoje conhecemos como o carnaval, era realizada pelo rei dias antes da primavera, quando se comemorava o ano novo no país, a festa acontecia no templo de Marduk (Deus protetor da Babilônia), a festa consistia em fazer com que o rei perdesse seus poderes e assim era surrado na frente da estátua de Marduk.

Essa humilhação pública servia para mostrar a submissão do rei à divindade. Logo após o ritual, o trono era reassumido.

Mas o que afinal as duas festas tem a ver com o carnaval? A troca dos papéis sociais, isto é, transformar o prisioneiro em rei e a humilhação do rei frente ao seu deus. E daí pode ter surgido o que hoje é realizado como homens se vestirem de mulher e vice versa, por exemplo.



Em relação as orgias, o carnaval pode ser relacionado as festas greco-romanas. Como os bacanais, festas dionisíacas realizadas na Grécia e que eram destinadas a Baco, o deus do vinho, sempre marcadas pela embriaguez e entrega aos prazeres da carne.

Em Roma aconteciam duas festas: Lupercálias, que aconteciam no mês de fevereiro, tido na época como o mês das divindades infernais e ao mesmo tempo, era também o mês das purificações.

A outra festa era a Saturnálias, que ocorria no solstício de inverno, no mês de dezembro. Ambas duravam dias e eram regadas a muita bebida, comida e danças. Assim como na Babilônia, os papeis sociais eram invertidos temporariamente.


Eram festas pagãs e por isso, a Igreja não as via com bons olhos, principalmente em relação a inversão de papeis, pois para eles, ao fazer isso, era como se a relação entre Deus e o demônio fosse também invertida.

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Museu do Amanhã é inaugurado e leva a reflexões sobre escolhas



“Como será o amanhã, responda quem puder, o que irá me acontecer (...)”, esses versos da música Amanhã, de Simone pode trazer questionamentos que o Museu do Amanhã, inaugurado em dezembro de 2015, na cidade do Rio de Janeiro, no projeto chamado Porto Maravilha, que busca revitalizar a região portuária da cidade.

Localizado na Praça Mauá, o prédio que abriga o museu possui 15 mil metros de área construída e seu projeto arquitetônico foi concebido pelo espanhol Santiago Calatrava e, além de arrojado, foi inspirado em uma bromélia, e além disso, trata-se de uma construção sustentável.

O Museu do Amanhã se preocupa em evitar grandes impactos através da atenção em pequenas atitudes, como escolher materiais reciclados de alta durabilidade e que tenham sido produzidos próximo ao local.

O museu que fica sobre as águas da Baía de Guanabara, utiliza suas águas na troca de calor para manter o sistema de climatização e a geração de energia é feita com placas que transformam energia solar em energia elétrica e as estruturas cobertas do prédio se movimentam durante o dia para captar maior quantidade possível de luz solar.

Trata-se de um museu de ciências em que o visitante é convidado a ver o passado para refletir sobre o presente e melhorar o futuro. Tudo isso acontece “por meio de ambientes audiovisuais imersivos, instalações interativas e jogos disponíveis ao público”, de acordo com o site oficial do museu, www.museudoamanha.org.br .

A Exposição Principal do Museu do Amanhã, está localizada no segundo andar do prédio e leva o público a conhecer cinco grandes áreas, a saber:

Cosmos – Mostra que todos são feitos da mesma matéria que forma as estrelas e isso nos conecta com o universo. Algumas questões que vão permear todo o percurso da exposição aparecem, como: qual a dimensão da existência? Como se chegou até aqui? Que futuro você deseja?

Terra – Nessa parte da exposição há três cubos de sete metros e seus conteúdos  investigam as três dimensões da existência: Matéria, Vida e Pensamento. “No cubo da Vida, por exemplo, o DNA, elemento comum a todas as espécies, está representado no exterior. Internamente, a diversidade e a interconectividade da vida na Mata Atlântica surgem em uma seleção de fotos produzidas durante três expedições realizadas para o Museu do Amanhã”.

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Antropoceno – Essa parte é o ponto central da exposição, pois leva ao questionamento e ao entendimento de como a atividade humana é uma força ecológica, já que o homem vem modificando a composição da atmosfera, transformando o clima, alterando a biodiversidade e o curso dos rios e isso faz com que toda a vida na Terra tenha necessidade de se adaptar a tudo isso.

Amanhãs – Aborda as tendências globais, já que não é uma realidade muito distante o aumento de pessoas no mundo e a permanência por muito mais tempo na face da Terra.

Megalopoles e hiperconectividade, a convivência com culturas diferentes e as maneiras como se vivem com certeza serão incorporadas ao dia a dia. Além disso, o visitante é convidado a refletir sobre sustentabilidade e convivência.

Nós – É como a exposição se encerra, com um exercício que propõe o engajamento e mais reflexões sobre como será o Amanhã e que ele começa agora, com as pequenas escolhas que se faz no dia a dia. “O hoje é o lugar da ação”.