sábado, 7 de novembro de 2015

A Educação no Brasil


O Brasil ocupa o 53º lugar em educação, entre 65 países avaliados (PISA). Mesmo com o programa social que incentivou a matrícula de 98% de crianças entre 6 e 12 anos, 731 mil crianças ainda estão fora da escola (IBGE). O analfabetismo funcional de pessoas entre 15 e 64 anos foi registrado em 28% no ano de 2009 (IBOPE); 34% dos alunos que chegam ao 5º ano de escolarização ainda não conseguem ler (Todos pela Educação); 20% dos jovens que concluem o ensino fundamental, e que moram nas grandes cidades, não dominam o uso da leitura e da escrita (Todos pela Educação). Professores recebem menos que o piso salarial (et. al., na mídia).

Frente aos dados, muitos podem se tornar críticos e até se indagar com questões a respeito dos avanços, concluindo que “se a sociedade muda, a escola só poderia evoluir com ela!”. Talvez o bom senso sugerisse pensarmos dessa forma. Entretanto, podemos notar que a evolução da sociedade, de certo modo, faz com que a escola se adapte para uma vida moderna, mas de maneira defensiva, tardia, sem garantir a elevação do nível da educação.

Logo, agora não mais pelo bom senso e sim pelo costume, a “culpa” tenderia a cair sobre o profissional docente. Dessa forma, os professores se tornam alvos ou ficam no fogo cruzado de muitas esperanças sociais e políticas em crise nos dias atuais. As críticas externas ao sistema educacional cobram dos professores cada vez mais trabalho, como se a educação, sozinha, tivesse que resolver todos os problemas sociais.

Já sabemos que não basta, como se pensou nos anos 1950 e 1960, dotar professores de livros e novos materiais pedagógicos. O fato é que a qualidade da educação está fortemente aliada à qualidade da formação dos professores. Outro fato é que o que o professor pensa sobre o ensino determina o que o professor faz quando ensina.

O desenvolvimento dos professores é uma precondição para o desenvolvimento da escola e, em geral, a experiência demonstra que os docentes são maus executores das ideias dos outros. Nenhuma reforma, inovação ou transformação – como queira chamar – perdura sem o docente.

É preciso abandonar a crença de que as atitudes dos professores só se modificam na medida em que os docentes percebem resultados positivos na aprendizagem dos alunos. Para uma mudança efetiva de crença e de atitude, caberia considerar os professores como sujeitos. Sujeitos que, em atividade profissional, são levados a se envolver em situações formais de aprendizagem.

Mudanças profundas só acontecerão quando a formação dos professores deixar de ser um processo de atualização, feita de cima para baixo, e se converter em um verdadeiro processo de aprendizagem, como um ganho individual e coletivo, e não como uma agressão.

Certamente, os professores não podem ser tomados como atores únicos nesse cenário. Podemos concordar que tal situação também é resultado de pouco engajamento e pressão por parte da população como um todo, que contribui à lentidão. 

Ainda sem citar o corporativismo das instâncias responsáveis pela gestão – não só do sistema de ensino, mas também das unidades escolares – e também os muitos de nossos contemporâneos que pensam, sem ousar dizer em voz alta, “que se todos fossem instruídos, quem varreria as ruas?”; ou que não veem problema “em dispensar a todos das formações de alto nível, quando os empregos disponíveis não as exigem”.


Enquanto isso, nós continuamos longe de atingir a meta de alfabetizar todas as crianças até os 8 anos de idade e carregando o fardo de um baixo desempenho no IDEB. Com o índice de aprovação na média de 0 a 10, os estudantes brasileiros tiveram a pontuação de 4,6 em 2009. A meta do país é de chegar a 6 em 2022.



Eliane da Costa Bruini
Colaboradora Brasil Escola

FONTE: www.brasilescola.com.

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

EAD - Ensino a distancia - Pode ser uma Boa Alternativa

Educação a Distância transforma ensino e traz inclusão

Desde que o mundo é mundo o homem sempre busca aprimoramento e conhecimento


e isso chega até ele através do estudo, do ensino, que é transmitido por debates,


leituras, por um professor em uma sala de aula e também por carta (até o século XX),


televisão, etc. E de 1996, quando foram estabelecidas as bases legais para o Ensino a


Distância, também por computador e pela internet, é o famoso EAD.





Segundo informação obtida através do site: www.portal.mec.gov.br : “As bases legais

da Educação a Distância no Brasil foram estabelecidas pela Lei de Diretrizes e Bases


da Educação Nacional (Lei n.º 9394, de 20 de dezembro de 1996), pelo Decreto n.º


2494, de 10 de fevereiro de 1998 (publicado no D.O.U. DE 11/02/98), Decreto n.º


2561, de 27 de abril de 1998 (publicado no D.O.U. de 28/04/98) e pela Portaria


Ministerial n.º 301, de 07 de abril de 1998 (publicada no D.O.U. de 09/04/98)”.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Ações educacionais inspiram e formam jovens cidadãos

 O universo escolar não é apenas aquele que está entre os muros que a cercam, pelo
contrário, o entorno e toda a comunidade devem entender o universo escolar como
sua propriedade também. E por isso, o papel da escola de transformar realidades vai
além da vida do aluno e passa pela família e tudo que está no entorno.

E o ensino envolve, juntamente com as matérias clássicas, questões atuais do dia a
dia como a mobilidade urbana. Pensando nisso, um professor de uma escola particular
na cidade de São Paulo, localizada no bairro do Paraíso, desenvolveu com seus
alunos um projeto para incentivar o uso de bicicleta no bairro.

Concurso CEF




Concurso para a Caixa Econômica Federal

Banco prorroga validade de dois concursos


É provável que o próximo concurso ocorra em 2016, visto que a Caixa Econômica Federal prorrogou por mais um ano o prazo de validade dos concursos de técnico bancário, de nível médio, e de engenheiro e médico do trabalho, de nível superior, ambos realizados em 2014.


O cargo de técnico bancário tem remuneração inicial de R$2.932,32, sendo R$2.025 de vencimento-base, R$509,96 de auxílio-alimentação/refeição e R$397,36 de cesta-alimentação. 


A seleção visou à formação de cadastro de reserva em todo o país. No caso do concurso de nível superior, a Caixa ofereceu nove vagas, sendo sete de engenheiro, nas áreas Agronômica, Civil, Elétric e Mecânica, e duas de médico do trabalho, com remunerações de R$8.948,32 e R$4.928,32, respectivamente. Além da graduação específica, exige-se registro no respectivo conselho profissional.

Enquanto não é publicado o novo edital aproveite o máximo para ir estudando.

FONTE:  www.brasilconcursos.com

O MERCADO DE TRABALHO E OS CURSOS ONLINE


ESTÁ DIFICIL DE CONSEGUIR UM EMPREGO?

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Porque hoje em dia parece se ter mais dificuldade para se encaixar no Mercado de Trabalho ?


Hoje , com toda esta diversificação de especialidades em todas as áreas Profissionais , o mercado de trabalho vem se afunilando cada vez mais para contratar trabalhadores.




Nunca em toda a trajetória do chamado "emprego formal"  houve tantas divisões no que se refere as especializações,  independente qual o ramo de profissão que você escolha.