quarta-feira, 9 de março de 2016

Intercâmbio é uma boa opção , mas exige planejamento.

Apesar da crise que assola o Brasil no início de 2016, nunca tantos brasileiros estiveram fora do país para fazer intercâmbio, isso sem dúvida se dá a um sonho muito forte e principalmente a um planejamento muito bem executado.

Além disso, há alguns outros motivos que são fatores de peso na hora de decidir fazer um intercâmbio, veja alguns deles, que em seu todo compõe o educar em seu sentido mais amplo e que vão muito além de valores monetários:

1° – Aprender um idioma

Com certeza esse é um dos primeiros e principais motivos que levam as pessoas ao intercâmbio, a fluência e a imersão total em um novo idioma, pois você vai aprender muito melhor e mais rápido do que em qualquer curso por melhor que seja.

Isso justamente pelo contato 24 horas por dia, 7 dias por semana com o novo idioma. Nada como a prática diária para levar a perfeição.

2° – Mergulhar em novas culturas



A vida de intercambista proporciona vivenciar culturas e costumes bem diferentes dos nossos. É maravilhoso perceber como milhões de pessoas vivem de uma forma diferente, seja na alimentação, no vestuário, nas tradições, nos hábitos, etc.

É surpreendente perceber como muitas coisas são completamente diferentes do que estamos habituados e ao mesmo tempo tão parecidas.

3° – Ampliar amizades



Geralmente o intercambista chega ao novo país sem conhecer as pessoas que vão fazer parte do sua nova rotina. Durante esse processo, além de fazer novas amizades, desenvolve a socialização e a tolerância.

No intercâmbio você vai conhecer pessoas de diversos países do mundo, cada uma com sua cultura, hábito e costume, o que é muito interessante e enriquecedor.

4° – Independência

Aprender a tomar conta de si mesmo é um dos processos do amadurecimento, e no intercâmbio não tem jeito, você vai sair da zona de conforto e correr atrás de seus interesses e aprender a lidar com novas situações em outro idioma.

5° – Turbine seu currículo

O intercâmbio promove, além da fluência em outro idioma, o que é um grande peso no currículo, outras qualidades que são fundamentais também para a vida profissional como: vivência de outras culturas, amadurecimento, dedicação nos estudos, pois muitas vezes a carga horária é bem intensa.

6° – Diferente cotidiano

Mesmo estudando ou trabalhando em outro país, justamente por isso você também vai se sentir de férias e além disso, vai conhecer novas pessoas, novos ares e novos lugares.

7° – Viva momentos inesquecíveis

Em um intercâmbio, você vai viver momentos incríveis que vão ficar guardados para sempre e que vão também expandir seu repertório de vida e de conhecimentos acadêmicos.

8° – Autoconhecimento


O intercambista vai aprender não só sobre outras culturas, mas também vai aprender a se conhecer melhor. Durante o intercâmbio você vai perceber que o mundo é muito maior do que você imaginava. Vai perceber o que realmente gosta, o que é importante e do que e de quem sente falta. É um momento também para o autoconhecimento.

9° – Sim, é possível

Muitos acreditam que fazer um intercâmbio, ainda mais em tempos de crise, seja algo impossível, mas creia, não é. Faça um planejamento bem detalhado sobre o local para onde você quer ir, quanto tempo vai querer ficar, que tipo de curso vai fazer, que tipo de residência vai morar.

E pesquise, faça muita pesquisa em empresas especializadas em intercâmbio e também diretamente em universidades no país para o qual você pretende ir, pois muitas vezes o valor é mais baixo da mensalidade, há moradia estudantil, na qual o preço é sempre mais em conta, além de você ter o peso de uma universidade estrangeira no seu currículo, o que pesa mais ainda.

Avalie, pesquise e veja que com planejamento é sim possível realizar essa aventura acadêmica e de vida.

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10 melhores sistemas de educação do mundo


No início de 2015 foi publicado um ranking com os 10 melhores sistemas de educação existentes no mundo, pesquisa das Nações Unidas, compilada pelo The Social Progress Imperative e que gerou o Social Progressive Index, SPI, numeração que você vai ver logo após o nome do país. 



Essa pesquisa apresenta de maneira abrangente uma mensuração no progresso social, pois pontua o nível do país em relação ao acesso ao conhecimento básico e leva em conta a taxa de alfabetização de adultos, a matrícula em escola primária, no ensino secundário e os anos médios das mulheres dentro da escola. 


Esse levantamento é muito importante para que se perceba a evolução das sociedades com o passar dos tempos já que até o início desta década, mais de 130 milhões de crianças e adolescentes no mundo estavam fora do sistema de ensino, segundo as Nações Unidas.  Isso apesar de toda a inclusão educacional e todas as lutas no decorrer das décadas para que o ensino seja algo global, que atenda realmente a todos.


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Veja agora, de acordo com a pesquisa das Nações Unidades, quais são os dez países com melhor sistema de educação no mundo:

10º) Estados Unidos – SPI = 61.3



É um caso especial, por ser um dos países mais desenvolvidos do mundo e por ter sua educação básica gratuita, o acesso ao ensino superior no país é muito caro e restrito e comparando a outros, os Estados Unidos não vem fazendo um bom trabalho no que diz respeito a melhoria da educação com os recursos disponíveis.

9º) Polônia – SPI = 61.4

No país todos possuem direito a educação e ela é oferecida de maneira gratuita e as autoridades garantem  que todo cidadão tem acesso universal e igualitário ao ensino. Quase não há jovens fora da escola e é exigido que crianças participem durante 6 anos da educação primária e 3 anos do ensino secundário inferior.

8º) Alemanha – SPI = 61.5

O país possui um sistema educacional baseado em meritocracia, e assim como nos Estados Unidos, difere de um estado para outro. Por lei, todos os estudantes devem obrigatoriamente estudar uma língua estrangeira e são avaliados rigorosamente examinados durante todo o curso e por isso o SPI cresce ao longo do tempo.

7º) França – SPI = 62.5

Mundialmente conhecida pelo seu sistema de educação inclusiva, a França disponibiliza educação pública gratuita para 80% dos estudantes, os demais 20% frequentam escolas particulares. E mesmo essas são baratas, pois os professores são pagos pelo estado.

6º) Israel – SPI = 62.9







Em Israel o sistema de ensino é centralizados, lá eles possuem escolas seculares,árabes, judias e católicas. O ensino é obrigatório do jardim de infância até a décima segunda série e sim, essa educação é gratuita. Quando desejam realizar atividades extracurriculares, os alunos devem pagar por elas, mas a taxa é muito baixa.




5º) Suécia – SPI = 63.7
Na Suécia independente da situação sócio econômica da criança, ela tem a obrigação de receber um ensino gratuito a partir dos 6 anos de idade, até os 16 anos. O país investe 6,7% a mais do que a média mundial em educação.

4º) Reino Unido – SPI = 64.0

O país exige que o estudante passe por educação em tempo integral até que complete 16 anos de idade e isso pode acontecer em escolas estaduais ou independentes, mas que cobram taxas baixíssimas. Para os adolescentes continuarem na educação, o governo oferece incentivos financeiros para que também sejam muito bem preparados para o ensino superior e/ou um emprego.

3º) Coréia do Sul – SPI = 64.2

Entre os 6 e os 15 anos de idade o país oferece educação gratuita a todos e dos 15 aos 18 os estudantes pagam apenas uma taxa de matrícula, que ainda assim é subsidiada pelo governo. 

2º) Japão – SPI = 64.7


O currículo escolar é igual em todos os lugares, pois é controlado pelo Ministério da Educação. Sua posição de destaque no ranking também se dá justamente por esse currículo ser rigoroso principalmente nos ensinos fundamental e médio.


1º) Canadá – SPI = 65.0



No Canadá a educação é descentralizada e varia muito de estado para estado, mas o acesso é gratuito e obrigatório até os 16 ou 18 anos dependendo do estado e apesar de o currículo variar muito o sistema funciona perfeitamente. Sua educação integral cria e forma uma força de trabalho extremamente qualificada.


quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Tarsila do Amaral leva a força do Brasil em suas obras

Em janeiro de 1973 o Brasil perdia uma de suas maiores artistas de todos os tempos e que leva o nome do país, sua criatividade e a força de sua cultura para todo o mundo.


Mas vamos começar pelo início de tudo, o ano de 1886, o local é a Fazenda São Bernardo, no município de Capivari, estado de São Paulo, local em que a personagem desta matéria, Tarsila do Amaral, nasceu.

Por ser filha de família tradicional e rica, a menina Tarsila estudou na cidade de São Paulo, no Colégio de Freiras e no Colégio Sion. Seus estudos são completados na Espanha, em Barcelona, e foi lá, aos 16 anos que a jovem pintou seu primeiro quadro: Sagrado Coração de Jesus.

Uma Festa Folclórica no Norte do Brasil " Parintins "

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Coração vermelho ou coração azul é a cultura do norte do Brasil para o mundo no Festival de Parintins

A região norte do Brasil, mais precisamente a Ilha de Parintins abriga uma das maiores festas do país, com ares de carnaval das grandes escolas de Rio e São Paulo, o Festival de Parintins, que acontece todo mês de junho nessa ilha do estado do Amazonas, a 420 quilômetros da capital Manaus e receber milhares de pessoas durante os dias de desfile, que já faz parte do calendário oficial da ilha desde 1965.

O festival traz uma rivalidade centenária entre os grupos Garantido e Caprichoso, que encenam em seus desfiles a história folclórica do boi-bumbá. O boi Garantido, de cor vermelha, foi fundado no ano de 1913 e nove anos depois, foi fundado o boi Galante, que a partir de 1925 passa a se chamar Caprichoso e traz como sua cor o azul.



Até o ano de 1987 essa disputa entre Garantido e Caprichoso aconteciam nas ruas do centro de Parintins e a partir do ano seguinte uma arena foi construída e as apresentações acontecem nela até os dias de hoje, arena essa carinhosamente chamada de bumbódromo.

Festa Junina é tradição, dança, música e guloseimas


Ela nasceu como uma festa pagã em que se comemorava a fertilidade da terra e boa colheita e depois passou a ter relação com a religiosidade ao relacionar seus dias mais comemorativos com santos.

As Festas Juninas, são marca registrada da cultura do Brasil, principalmente na região nordeste do país, em que cidades param para apreciar as quadrilhas e saborear as guloseimas características dessa festa sempre tão esperada anualmente.

Foi no século XVII que aqui no Brasil ela começou a ser comemorada associada a São João, Santo Antônio e São Pedro. Além dessa associação, há também outras coisas típicas dessa festa como os trajes, a música, as comidas e bebidas.


E o carnaval, como surgiu?


Mundialmente conhecido como uma das maiores e mais importantes festas da cultura brasileira, o carnaval não foi criado aqui, mas sim, muito bem incorporado e desenvolvido à maneira do “jeitinho brasileiro”.



Nessa matéria você vai saber um pouco mais sobre como surgiu essa festa, que é comemorada em várias partes do mundo e data de séculos atrás, você vai ver também que muitas coisas se assemelham ao que se vive hoje, então...bem vindo ao carnaval, uma história que vai te remeter a antiguidade.

Originaria do latim, a palavra carnaval, carnis levale, significa retirar a carne, pois remete ao jejum que os cristãos realizam durante a quaresma e também o esforço em controlar os prazeres mundanos, o que já tentava enquadrar a festa como pagã.

Duas festas possivelmente deram origem ao que conhecemos hoje como carnaval, na Babilônia.
As Saceias, onde os prisioneiros assumiam durante alguns dias a figura do rei, vestido-se como tal, se alimentando como tal e também dormia com a esposa do rei.

Após o período da farra, o prisioneiro era chicoteado, enforcado ou empalado (método de tortura e execução em que uma estaca era inserida pelo ânus, vagina ou umbigo até a morte)

A outra festa da Babilônia que também traz o que hoje conhecemos como o carnaval, era realizada pelo rei dias antes da primavera, quando se comemorava o ano novo no país, a festa acontecia no templo de Marduk (Deus protetor da Babilônia), a festa consistia em fazer com que o rei perdesse seus poderes e assim era surrado na frente da estátua de Marduk.

Essa humilhação pública servia para mostrar a submissão do rei à divindade. Logo após o ritual, o trono era reassumido.

Mas o que afinal as duas festas tem a ver com o carnaval? A troca dos papéis sociais, isto é, transformar o prisioneiro em rei e a humilhação do rei frente ao seu deus. E daí pode ter surgido o que hoje é realizado como homens se vestirem de mulher e vice versa, por exemplo.



Em relação as orgias, o carnaval pode ser relacionado as festas greco-romanas. Como os bacanais, festas dionisíacas realizadas na Grécia e que eram destinadas a Baco, o deus do vinho, sempre marcadas pela embriaguez e entrega aos prazeres da carne.

Em Roma aconteciam duas festas: Lupercálias, que aconteciam no mês de fevereiro, tido na época como o mês das divindades infernais e ao mesmo tempo, era também o mês das purificações.

A outra festa era a Saturnálias, que ocorria no solstício de inverno, no mês de dezembro. Ambas duravam dias e eram regadas a muita bebida, comida e danças. Assim como na Babilônia, os papeis sociais eram invertidos temporariamente.


Eram festas pagãs e por isso, a Igreja não as via com bons olhos, principalmente em relação a inversão de papeis, pois para eles, ao fazer isso, era como se a relação entre Deus e o demônio fosse também invertida.

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Museu do Amanhã é inaugurado e leva a reflexões sobre escolhas



“Como será o amanhã, responda quem puder, o que irá me acontecer (...)”, esses versos da música Amanhã, de Simone pode trazer questionamentos que o Museu do Amanhã, inaugurado em dezembro de 2015, na cidade do Rio de Janeiro, no projeto chamado Porto Maravilha, que busca revitalizar a região portuária da cidade.

Localizado na Praça Mauá, o prédio que abriga o museu possui 15 mil metros de área construída e seu projeto arquitetônico foi concebido pelo espanhol Santiago Calatrava e, além de arrojado, foi inspirado em uma bromélia, e além disso, trata-se de uma construção sustentável.

O Museu do Amanhã se preocupa em evitar grandes impactos através da atenção em pequenas atitudes, como escolher materiais reciclados de alta durabilidade e que tenham sido produzidos próximo ao local.

O museu que fica sobre as águas da Baía de Guanabara, utiliza suas águas na troca de calor para manter o sistema de climatização e a geração de energia é feita com placas que transformam energia solar em energia elétrica e as estruturas cobertas do prédio se movimentam durante o dia para captar maior quantidade possível de luz solar.

Trata-se de um museu de ciências em que o visitante é convidado a ver o passado para refletir sobre o presente e melhorar o futuro. Tudo isso acontece “por meio de ambientes audiovisuais imersivos, instalações interativas e jogos disponíveis ao público”, de acordo com o site oficial do museu, www.museudoamanha.org.br .

A Exposição Principal do Museu do Amanhã, está localizada no segundo andar do prédio e leva o público a conhecer cinco grandes áreas, a saber:

Cosmos – Mostra que todos são feitos da mesma matéria que forma as estrelas e isso nos conecta com o universo. Algumas questões que vão permear todo o percurso da exposição aparecem, como: qual a dimensão da existência? Como se chegou até aqui? Que futuro você deseja?

Terra – Nessa parte da exposição há três cubos de sete metros e seus conteúdos  investigam as três dimensões da existência: Matéria, Vida e Pensamento. “No cubo da Vida, por exemplo, o DNA, elemento comum a todas as espécies, está representado no exterior. Internamente, a diversidade e a interconectividade da vida na Mata Atlântica surgem em uma seleção de fotos produzidas durante três expedições realizadas para o Museu do Amanhã”.

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Antropoceno – Essa parte é o ponto central da exposição, pois leva ao questionamento e ao entendimento de como a atividade humana é uma força ecológica, já que o homem vem modificando a composição da atmosfera, transformando o clima, alterando a biodiversidade e o curso dos rios e isso faz com que toda a vida na Terra tenha necessidade de se adaptar a tudo isso.

Amanhãs – Aborda as tendências globais, já que não é uma realidade muito distante o aumento de pessoas no mundo e a permanência por muito mais tempo na face da Terra.

Megalopoles e hiperconectividade, a convivência com culturas diferentes e as maneiras como se vivem com certeza serão incorporadas ao dia a dia. Além disso, o visitante é convidado a refletir sobre sustentabilidade e convivência.

Nós – É como a exposição se encerra, com um exercício que propõe o engajamento e mais reflexões sobre como será o Amanhã e que ele começa agora, com as pequenas escolhas que se faz no dia a dia. “O hoje é o lugar da ação”.